sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Zanetti, nosso pequeno grande campeão.

                            Ae galera, pra quem ainda não sabe ( o q eu duvido ) Arthur Zanetti foi medalha de ouro nas argolas em Londres, o que todos nós já sabíamos que ia acontecer, afinal não se trata de qualquer atleta, e sim do Arthur Zanetti, o nosso pequeno grande campeão (e o melhor na minha opinião).
                            Arthur trouxe o ouro inédito na história da ginastica olímpica para o Brasil, mais do que merecido né. Saibam um pouco mais da vida de Arthur nessa matéria incrível. Arthur vc é o melhor, sou seu fã number 1 e espero poder te conhecer um dia. Abraços

São Caetano do Sul (SP) — De um dia para o outro, Arthur Zanetti deixou o anonimato e conquistou a primeira medalha olímpica da história da ginástica brasileira, com direito a ouro nas argolas em Londres. Para chegar ao estrelato, porém, o ginasta teve que suar muito. Foram 15 anos de dedicação permanente ao esporte, treinos puxados até em feriados, alimentação controlada e renúncias ao lazer. Com apoio familiar e disciplina, ele superou inúmeros obstáculos, como treinar em equipamentos improvisados pelo pai, serralheiro, sem qualquer patrocínio. Tanta dedicação valeu a pena.

Mike Blake/Reuters
Zanetti conquistou primeiro ouro da história da ginástica olímpica brasileira
Aos 7 anos, Arthur chamou a atenção de um professor de educação física no primário por conta da agilidade e do biótipo. Os pais do garoto aceitaram a sugestão e matricularam o pequeno Arthur na escola de ginástica da Sociedade Esportiva Recreativa Cultural Santa Maria (Serc), mantida por pais e professores. “Ele chegava do colégio, almoçava e falava ‘tô com sono, tô com dor’, mas eu prometia levá-lo no colo para os treinos e ele cedia. Como eu não dirijo, o trazia de ônibus, enquanto os pais dele trabalhavam”, recorda Dona Neide, avó do ginasta.

No começo, as atividades na Serc duravam apenas uma hora, duas vezes por semana. Aos poucos, Arthur apaixonou-se pela ginástica e passou a encarar mais de sete horas diárias de treinos no modesto ginásio em São Caetano do Sul, sua cidade natal.

Determinação foi uma das principais razões que fizeram de Arthur um ginasta campeão. Ele praticou por anos em equipamentos improvisados, mas jamais desistiu. O antigo ginásio da Serc também carecia de iluminação e segurança. Só há dois anos a entidade mudou-se para uma nova sede, maior, mais arejada e iluminada, mais ainda com a infraestrutura precária de um ginásio construído em 1968. O prédio que viu um campeão olímpico florescer tem vestiários precários, pintura desbotada e equipamentos modestos: são apenas três equipamentos para argolas e dois cavalos com alças, por exemplo.

Superação

Bancado pelos pais, Arthur praticou por muito tempo em equipamentos de segunda linha. Seus resultados em competições internacionais, no entanto, ajudaram o clube a obter instalações melhores. Mas as argolas com o mesmo modelo usado nas Olimpíadas só chegaram há quatro meses. Durante quase 15 anos, ele treinou com argolas diferentes das usadas nos Jogos Olímpicos — e mesmo assim foi campeão.

Se peca em equipamentos, o clube que formou Arthur compensa nos recursos humanos. “Temos uma equipe multidisciplinar extremamente competente: um técnico, dois assistentes, uma nutricionista, uma psicóloga, um médica e um fisioterapeuta. Uma equipe inteira para que eles se sagrem campeões”, valoriza Maria Selete Meneguello, coordenadora da Serc.

                                                                                                                  Fonte: superesportes.com.br





                                                                                                               

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